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Os riscos de uma digitalização às pressas nas empresas de logística

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O principal impacto causado pelo susto inicial das empresas com a pandemia que ainda assola o país – e o mundo – foi a necessidade de digitalização rápida, algo intrinsecamente ligado à sobrevivência dessas companhias. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), com executivos brasileiros, mostrou que para 39% dos pesquisados, a empresa não estava preparada para o gerenciamento desta crise. Outros 19% viam sua organização preparada, mas sem um plano estruturado de gerenciamento de crises.

Se pegarmos especificamente a fatia de mercado que representa as empresas de logística, a digitalização por necessidade tem acontecido de forma intensa. Para as que contratam transportes para suas mercadorias, essa procura se tornou mais desafiadora e o uso tecnologia se tornou a solução, já que os terminais de carga estão se esvaziando.

Uma vez encontrado o caminhoneiro disposto a realizar um determinado frete, é muito frequente que o contato inicial seja feito por meio do aplicativo WhatsApp pessoal dos funcionários da empresa de logística. Apesar de ser uma solução prática, que resolve o problema da digitalização a curto prazo, ela envolve uma série de riscos que muitas empresas sequer se dão conta quando fazem essa opção. A comunicação descentralizada impede a visibilidade por parte da companhia sobre o que é acordado com os motoristas e como se dá essa negociação.

O tom usado, as palavras, se alguma ofensa é trocada, nada disso é acompanhado pela empresa, embora a interação toda seja feita “oficialmente” sob o nome dela por um de seus colaboradores utilizando um aparelho de telefone particular. E há uma hipótese ainda mais séria: caso um colaborador utilize de forma indevida informações sensíveis fornecidas pelo caminhoneiro, como sua documentação e dados pessoais, a transportadora pode ser responsabilizada judicialmente.

Embora treinamentos de equipe ajudem a atenuar esses riscos, as brechas ainda são grandes. O ideal é trazer essa interação para um ambiente mais controlado. Já existem, por exemplo, ferramentas que possibilitam que a comunicação ocorra por um único número de WhatsApp corporativo. Dessa forma, os colaboradores da transportadora podem se conectar e usar o mesmo número simultaneamente para os contatos com caminhoneiros.

Com isso, as informações fornecidas ficam armazenadas com a empresa, não nos celulares pessoais dos operadores. Outra vantagem é que a transportadora consegue medir KPIs de produtividade e fechamento de negócios, muito úteis para eventuais ajustes de estratégia. Neste contexto, a implantação dos chamados ChatBots (robôs de comunicação) se tornam uma ferramenta indispensável para empresas que trafegam grandes quantidades de conversas corporativas através deste aplicativo de mensagens.

Mesmo com essa estratégia, o treinamento dos operadores não se torna menos importante. Ter mensagens padronizadas para explicar procedimentos e responder dúvidas mais comuns é importante para a manutenção da consistência do atendimento. Ao utilizar o número corporativo, evita-se também que o colaborador receba ou responda mensagens fora de seu horário de trabalho, o que também evita possíveis riscos trabalhistas.

Embora seja uma ferramenta muito prática, é importante lembrar o que WhatsApp deve ser adotado com cautela no contexto empresarial, para evitar problemas de comunicação, riscos à imagem da empresa e até mesmo penalidades judiciais. O uso da tecnologia é essencial e uma tendência cada vez maior, mas não pode ser indiscriminado, não a qualquer custo e nem às pressas.

Fonte: https://revistamundologistica.com.br/

Como as mudanças no mercado de pagamentos impactam a vida dos caminhoneiros

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O mercado de transporte rodoviário de cargas é um dos mais importantes em um país continental como o Brasil, que tem sua matriz de logística majoritariamente apoiada neste modelo. Cerca de 65% das cargas transportadas aqui são via transporte rodoviário.

Com um volume de R$ 400 bilhões de reais e representando 5% do PIB em 2019, fica claro entender o motivo de o governo atuar há 20 anos no processo de regulamentação deste mercado, incluindo a formalização dos pagamentos de frete e pedágio. De pano de fundo a regulamentação, existem diversos fatores que afetam diretamente o ecossistema rodoviário, como a comprovação de renda para caminhoneiros autônomos exigida para acesso a crédito, por exemplo. Outros benefícios que fazem com que a formalização seja de fato benéfica são a garantia de pagamento e recebimento aos players da cadeia e a segurança envolvida.
Porém, até o presente momento, uma fatia bem pequena foi formalizada. Estima-se que 20% dos pagamentos envolvidos no transporte rodoviário esteja dentro da legalidade e isso acontece por diversos fatores. Um deles é a cultura enraizada de motoristas e postos que ainda utilizam a Carta Frete, que existe há mais de 60 anos e funciona como um “vale”, um papel que o caminhoneiro recebe como forma de pagamento para ser trocado durante a viagem por dinheiro e que na maioria das vezes é depreciado nos postos.

Nos últimos anos, o mercado e o governo têm se movimentado com um forte apelo à democratização das operações financeiras e algumas ações que estão em curso serão as que irão aproximar os motoristas do processo de ruptura e bancarização, buscando a regulação de forma orgânica, já que irão gerar benefícios reais e tangíveis. Vale destacar que no Brasil ainda temos 45 milhões de pessoas desbancarizadas, movimentando mais de R$ 800 bilhões por ano.
Uma das mais recentes e talvez a principal ação seja o Pagamento Instantâneo, ou PIX, como está sendo chamado. Anunciada pelo Banco Central em 2019, essa modalidade de pagamento permitirá transações entre duas pessoas, sejam elas físicas e/ou jurídicas, em tempo real, 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem a obrigatoriedade de envolvimento dos grandes operadores do mercado, muito conhecidos e pouco flexíveis, como os bancos e adquirentes.
Com isso, será possível abrir um caminho para que instituições menores que atuem com processos digitalizados tenham a oportunidade de deixar a operação mais barata para todos os envolvidos. Além disso, o Banco Central, órgão regulador dos pagamentos instantâneos, estima um custo verdadeiramente baixo por transação, algo próximo a R$ 0,10.  A expectativa é que o PIX gere grande impacto em transações como as de TED/DOC, reduzindo consideravelmente seus custos e, principalmente, funcionando 24 horas por dia, como também nas operações de compras em estabelecimentos que poderão ser feitas via QR Code ou Token, através do celular e sem as tradicionais “maquininhas”, cartões e contas em bancos.

Essa evolução também vai ajudar o mercado de pagamentos de frete rodoviário para motoristas autônomos e, em especial, no consumo do diesel, que representa até 50% do valor do frete. Essa será a maior oportunidade de aumento nos lucros mensais dos motoristas, que giram em torno de R$ 3.500. Atualmente, o preço do diesel ainda varia muito entre os meios de pagamento de frete e, muitas vezes, com taxas abusivas e o prazo de pagamento longo, o valor do diesel não se torna mais vantajoso do que a Carta Frete, criando uma fuga da formalização por razões econômicas.
Essa incerteza presente no mercado impacta na velocidade e consistência da mudança cultural e serve como uma barreira ainda que indireta para que os motoristas encontrem a proposta de valor necessária para a mudança de comportamento. Uma vez existindo garantias suficientes de uma redução nos custos, os motoristas irão se engajar para que os pagadores de frete se adequem a essa mudança.
Para os postos, a margem do diesel gira em torno de 8% e as adquirentes e meios de pagamento podem chegar a cobrar no pacote cerca de 3,5% sobre o valor transacionado, fazendo com que elas se tornem “acionistas minoritários” destes estabelecimentos, com quase 50% das receitas sobre o diesel. Esta margem normalmente é repassada fazendo com que os preços do diesel aumentem consideravelmente ao consumidor.
Considerando a aplicação dos Pagamentos Instantâneos no processo de compra de diesel nos postos, poderíamos supor que, ao invés do motorista pagar o litro do diesel com um acréscimo de 3,5%, ele pagaria poucos centavos por transação. Fazendo um cálculo rápido: um motorista autônomo chega a faturar R$ 25 mil por mês em fretes, consumindo R$ 12.500,00 em diesel. A economia mensal dos motoristas com diesel aumentará seu lucro em até 11% ou quase R$ 400,00. Incluindo a economia com transferências bancárias e manutenção de conta o acréscimo no lucro chegaria a 15%.

Se analisarmos este incremento, fica claro o aumento da capacidade de consumo e isso fará os motoristas se esforçarem para receber os fretes pelos meios regulados. Vale destacar que, de acordo com a Confederação Nacional de Transportes, 67% dos motoristas autônomos não tiram férias e 30% ficam mais de 20 dias por mês fora de casa. Diante dessas condições, esse acréscimo financeiro poderia garantir um mês de descanso ou uma jornada de trabalho menor ao longo do ano para os caminhoneiros. E não estamos falando apenas de melhorar a jornada de trabalho. Estamos falando de uma melhoria que impacta diretamente na saúde da categoria.

A mudança no modelo de pagamento também ajudará na inclusão digital, já que essas aplicações são feitas basicamente por um cadastro via celular. Com isso, os motoristas terão melhor acesso a diversos serviços que até então estavam distantes, como os financeiros e de saúde. O lançamento do PIX está previsto para novembro deste ano. O mercado está ansioso pelas mudanças e agora resta esperar para ver.

Fonte: https://revistamundologistica.com.br/

TORRE DE CONTROLE: INVESTIMENTO PARA GARANTIR O FUTURO NA LOGÍSTICA

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Seja bem-vindo ao novo normal.
Em apenas seis meses, fomos apresentados a um mundo completamente diferente do que estávamos acostumados. Passado o susto e a surpresa de saber que provavelmente nada mais será como antes, olhamos para dentro em busca de um futuro nos negócios.
No que diz respeito ao segmento logístico, hoje a principal missão é oferecer melhores atributos a preços ainda mais competitivos com boa gestão e ganho de qualidade em todo o processo. A cadeia de suprimentos é o coração das operações de uma empresa. Para tomar as melhores decisões, os gestores precisam ter acesso a dados em tempo real sobre esse fluxo. No entanto, as limitações do legado tecnológico podem interferir na meta de transparência de ponta a ponta.
Sairá na frente quem olhar para fora e se preparar para um mercado inteligente, que demanda por eficiência logística e alta performance operacional. Dentro deste cenário, a Torre de Controle (ou Centro de Controle Operacional – CCO) – um centro de decisão virtual que fornece visibilidade em tempo real e de ponta a ponta – surge como ativo importante ou, até, fundamental. As torres de controle se tornaram o centro nervoso das operações, onde a análise preditiva deve ajudar as empresas a melhorar a previsão de demanda, para que possam reduzir, ou gerenciar melhor, a volatilidade, aumentar a utilização de recursos e oferecer conveniência ao cliente a um custo otimizado.
Uma “torre” típica é, na verdade, uma sala física composta por uma equipe de analistas de dados que trabalha em tempo integral, 24 horas por dia, sete dias por semana, monitorando uma parede de telas de alta definição, também chamados dashboards. As telas fornecem informações em tempo real em todas as etapas da cadeia de suprimentos, desde o pedido até a entrega. Os alertas visuais avisam sobre os desvios entre previsto e realizado e gargalos no processo antes que eles aconteçam. Assim, as equipes na linha de frente podem corrigir rapidamente possíveis problemas antes de se tornarem reais.

Fonte: https://revistamundologistica.com.br/

SUPPLY CHAIN: PANDEMIA EXIGE NOVOS MODELOS DE PROJEÇÃO DE DEMANDA

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Chegamos ao mês de maio e o surto do novo Coronavírus continua provocando forte abalo na economia global. A pandemia trouxe a paralisação das principais atividades econômicas no mundo todo, com impacto significativo nas cadeias globais de suprimentos e no comércio em geral. A crise provocada pela Covid-19 praticamente inutilizou todos os modelos de previsão de demanda, de planejamento do supply chain, de uso de mão de obra e de projeção de caixa. Muitos negócios lutam para sobreviver em um novo ambiente.
E neste novo cenário, é importante entender que o consumo teve uma mudança drástica de patamar. Estamos consumindo mais produtos in natura ou para preparar em casa, comprados em supermercados ou em hortifrútis. As medidas de isolamento social, como alternativa para contenção do vírus, restringiram as idas aos restaurantes, que passaram a atuar no formato delivery. No caso de Hotéis, Restaurantes e Cafés, houve uma queda brusca nas vendas e foi transformado em uma única entrega nos CDs dos grandes supermercados e redes de varejo.

Mudanças de hábitos de consumo

Esse novo ambiente faz parte de um quadro de mudanças forçadas nos hábitos de consumo representado no estudo feito pela HSR Researchers. Segundo o relatório, 23,4% da população brasileira já fez compras abastecedoras para estoque de produtos. Além disso, dos 76,6% que ainda não fizeram, 28% têm intenção de adotar essa medida. E para 24% dos entrevistados, o produto mais procurado para estocagem foi o álcool gel.
Estamos atravessando uma crise e, por esse motivo, não será possível fazer projeções de consumo baseado no histórico de compras. A pandemia trouxe para a realidade das empresas um conflito entre o que as pessoas precisam versus o que existia nos estoques.
Falando em estoques, outro recurso estressado com a crise do Covid-19 é a capacidade de armazenamento e as práticas de gestão de armazéns. A alta demanda de alguns produtos exige adoção do cross-docking, conceito de operação logística que acelera o fluxo de mercadorias, reduz os custos por condensar cargas e, principalmente, dispensa armazenagem.
Um dos mercados mais afetados pela falta de capacidade de armazenamento é o petroleiro. O setor finalizou o mês de março com redução de 30% no preço do barril de petróleo e estimativa é fechar o ano de 2020 com um crescimento tímido de 2,4%, de acordo com dados da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep). Houve uma redução brutal no consumo de derivados de petróleo no mundo todo e toda a produção foi transferida para os navios-tanque, que não conseguem descarregar.

Resposta do supply chain

Aplicar os modelos de projeção de demanda antigos pode resultar nos conhecidíssimos problemas de projeção: mudanças inesperadas do perfil de consumo, ainda que em pequena escala, fazem com que crie um “efeito chicote” na curva de demanda, ou seja, um excesso de pedidos, desproporcional e que leva a faltas ou sobras excessivas de produtos na cadeia de suprimentos.
É preciso ajustar os modelos e a melhor alternativa agora é fazer uso de uma ferramenta de planejamento de demanda mais flexível e que seja altamente adaptável às mudanças de comportamento. As soluções de software de gestão do supply chain oferecem vários modelos de projeção e alertam sobre mudanças de cenário de forma ágil. A equipe da cadeia de suprimentos pausa as atividades corriqueiras e começa a pensar nos cenários futuros, como identificar o posicionamento dos seus concorrentes e basilar seu modelo de demanda.
Planejamento avançado é outra solução para entender os cenários atuais e assim realizar ajustes no sistema. Ela fornece visibilidade sobre todas as limitações da sua linha produção, permitindo que você produza dentro do seu enquadramento. Além disso, a solução também oferece um mapeamento do produto mais lucrativo e se este está em falta no estoque. Ela permite às empresas ter lucro no curto prazo porque fornece o comportamento de consumo naquele exato momento.

Toda crise tem seu fim!

Em resposta ao Covid-19, as empresas estão assimilando as lições deixadas pela pandemia para desenvolver seus planos de contingenciamento – com adoção de medidas de prevenção, além de repensar seus planos de negócio para se adequarem rapidamente ao atual cenário e se prepararem para o futuro. Momentos de crise são feitos para se repensar suas estratégias, avaliar a sua jornada até o momento e buscar novas maneiras para atingir o crescimento. Esse é o momento para refletir e enxergar novas oportunidades de negócios.

Fonte: https://revistamundologistica.com.br/

Logística: serviços de entrega ganham destaque em período de quarentena

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Com as medidas de quarentena determinadas pelo governo do estado de São Paulo, só os serviços essenciais (como saúde) estão funcionando e a logística das empresas mudou. É a grande oportunidade para os ecommerces darem as caras e ajudarem a população a conseguirem produtos e serviços pela internet.

Com o mundo físico em transição, quem ainda não tinha negócios online, tem se deparado com duas opções: entrar em desespero ou migrar para alguma plataforma e transformar seu comércio em uma versão eletrônica.

Quem já tinha negócios online antes do coronavírus, está se destacando. No Mercado Livre, por exemplo, considerado o maior portal de comércio eletrônico da América Latina, a crise de saúde pública se tornou um baita negócio. A pandemia fez aumentar em 50% a busca por itens de primeira necessidade, como alimentos e itens de higiene e limpeza.

A informação é do portal Jota. De acordo com o site, bens duráveis e de maior valor, como produtos eletrônicos, tiveram queda nas vendas online. Quem revelou esses dados para o Jota foi Leandro Bassoi, vice-presidente do Mercado Envios (unidade de negócios de Logística do Mercado Livre) na América Latina.

Mas, nem tudo são boas notícias, a empresa está enfrentando dificuldades com as políticas restritivas de circulação, em cada região por onde eles precisa passar para fazer as entregas.

Bassoi disse ao Jota que a companhia fez “muitos ajustes”. Primeiro, o grupo criou há três semanas um comitê diário para falar sobre o assuno. Uma das primeiras coisas a ser feita foi ligar para os players do mercado na China e na Coreia do Sul para saber o que fizeram para resolver os problemas de logística locais.

Operacional

Quando se fala em decisões operacionais, a rotina da empresa mudou, seja para quem trabalha no centro de distribuição, seja para quem é da logística.

O que fizeram foi simples. Aumentaram o número de ônibus fretados para os funcionários, que só circulam agora com 50% de ocupação para evitar aglomeração.

Na logística, cada pessoa tem contato com, no máximo, oito pessoas durante a operação. A ideia copiada da Coreia do Sul, ajuda a traçar a rota de contato dessas pessoas durante o dia.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/

COVID-19 x Logística

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COMO CONTRIBUIR COM A SEGURANÇA DE SEUS CLIENTES NO RECEBIMENTO DE SUAS COMPRAS ONLINE?

Diante deste quadro de Pandemia mundial, tem sido comum e recorrente a recomendação de grandes players nacionais e internacionais do segmento de E-COMMERCE (AMAZON, MERCADO LIVRE, ALIBABA e muitos outros) para que os consumidores, no ato do recebimento dos seus produtos, façam a devida higienização das mãos e em alguns casos dos próprios produtos.

A ENIVIX acredita que essa é uma grande oportunidade para as empresas colaborarem com a CONTENÇÃO do Corona vírus. Assumindo uma atitude de custo irrisório  diante da grande demonstração de solidariedade e preocupação social, levando mais segurança aos seus clientes, da compra à entrega do produto.

A Solução:

A proposta da ENIVIX  é incluir um sachê de 5 ml de álcool gel 70% customizado com a marca do cliente. A ideia é colocado em cada produto expedido através de nossos armazéns no ES. Cada cliente informará a seu modo a mensagem em seus meios de comunicação.

Etapas:

A ideia é que os potenciais clientes comprem o sachê personalizado com a sua marca. A ENIVIX já fez uma pesquisa de fornecedores deste sachê e selecionou a BALAI organic friendly, pois atende todos os pré-requisitos de segurança e saúde necessários. Segundo o fabricante, esta porção de álcool gel é suficiente para higienizar as mãos 2 vezes. A ENIVIX fará toda a intermediação para a compra direta de cada cliente. As quantidades mínimas estão informadas na proposta comercial.

Entre em contato com a Enivix para verificar as formas de compras e processos de entrega.

 

 

Como a LGPD vai impactar o setor de logística

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A nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) marcará uma profunda transformação no modo como as empresas utilizam as informações de seus clientes. Mas, embora já esteja claro que a regulamentação alterará por completo a rotina de segmentos como o e-commerce, varejo, bancos, telcos, o fato é que outros mercados ainda parecem seguir longe das discussões. Por exemplo: você já imaginou como a LGPD vai impactar o setor de logística no Brasil?

Essencial para o sucesso do comércio eletrônico, o transporte de cargas e encomendas é uma das áreas que mais precisarão se adequar às demandas da nova regra. Afinal de contas, além da loja virtual de sua preferência, quem faz a entrega de seus pedidos também tem acesso a suas informações pessoais – como nome, endereço, telefone, documentos etc. Sendo assim, não é difícil entender por que as companhias do setor logístico precisam se atentar às definições da LGPD, sobretudo no que se refere à privacidade e à gestão de dados.

A nova regulamentação exigirá que todas as organizações que trabalham com dados pessoais e ou dados sensíveis busquem modelos de atuação mais seguros e inteligentes, protegendo seus clientes contra possíveis roubos ou vazamentos de dados. Por isso, mesmo que as empresas logísticas não sejam responsáveis diretas por coletar as informações dos consumidores, elas também devem trabalhar para manter suas operações em conformidade com as regras.

De forma geral, as companhias do setor logístico precisarão alterar por completo as exigências para uso, armazenamento e compartilhamento de informações dos clientes. Além disso, há uma questão a ser pensada: o que fazer com os dados dos consumidores depois de uma entrega? Qual é o destino a ser dado a essas informações? É justamente esse tipo de resposta que a LGPD exigirá e norteará a partir de agosto de 2020.

O primeiro passo na preparação para essa jornada é avançar no conhecimento sobre como a LGPD afetará a rotina das operações, planejando ações que garantirão a visibilidade e o controle de todos os ativos digitais. Para a criação desse ambiente regulamentado, será preciso analisar toda a estrutura para mapear quais dados são armazenados, os locais de armazenamento, as áreas que utilizam essas informações e quais são as verificações e controles que precisam ser criados para as necessidades específicas de cada equipe ou área de atuação.

Mas é preciso deixar claro que a nova lei não pode ser encarada apenas como mais uma exigência regulamentar ou um simples projeto de TI. É importante que os líderes vejam a LGPD como uma oportunidade de reforçar suas habilidades para o futuro digital, transformando as informações e análises de dados em uma rica e verdadeira fonte de evolução dos negócios. A adequação à legislação não é somente um projeto de tecnologia ou jurídico – mais do que isso, é uma chance de construir uma operação segura e eficiente por meio da inovação tecnológica e da visão estratégica dos negócios.

De fato, o grande impacto que a LGPD traz às empresas é a necessidade de cuidar e utilizar seus dados como um tesouro a ser protegido de forma permanente dentro das operações. Com processos cada vez mais conectados, as informações estão no centro das atividades empresariais e diretamente associadas à satisfação dos clientes – ainda mais em um ramo como o mercado logístico, que precisa entregar agilidade, segurança e confiança em seus serviços.

O que os líderes devem avaliar, portanto, é como alinhar suas rotinas às exigências da lei e, a partir dela, construir um ambiente de inteligência de dados mais robusto e preparado para potencializar os resultados de suas corporações. Pesquisas indicam que veremos, em breve, um grande salto no uso de sistemas de automação focados em Data Intelligence, Analytics e Inteligência Artificial. E essas são justamente as ferramentas tecnológicas que ajudarão a integrar novas perspectivas de negócios.

A combinação entre a tecnologia e a estratégia das empresas é o melhor caminho para simplificar a geração de insights que permitam às organizações se ajustarem ao futuro. O momento demanda inteligência e preparo, acima de tudo. O que significa dizer, portanto, que as companhias de todas as áreas devem adequar o quanto antes suas estruturas. A continuidade dos negócios dependerá diretamente dos dados e não há tempo a perder. As empresas que conseguirem transformar os desafios da nova lei em oportunidades de crescimento e de geração de valor avançarão rumo ao sucesso.

Fonte: https://ipnews.com.br

Posições porta-pallets à venda

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A Enivix informa que possui aproximadamente 2.000 posições porta-pallets à venda de um armazém do qual estamos saindo. Estão em ótimo estado e tem as seguintes características:

– Fabricante: Águia

– Montantes de 7 metros de altura, ideal para armazéns com pé-direito entre 8 e 10 metros

– Capacidade de peso: 1.200 kgs cada posição

– Preço pretendido: R$ 100 por pp

Tel.: +55 (11) 3032-1567
comercial@enivix.com.br

Aviso Final de Ano

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Segue abaixo os dias e horários de funcionamento da ENIVIX neste final de ano:

• 21/12/2019 – Não haverá expediente!

• 23/12/2019 – Expediente normal.

• 24/12/2019 – O expediente será das 08:00 às 12:00.

• 25/12/2019 – Não haverá expediente!

• 26/12/2019 – Não haverá expediente!

• 27/12/2019 – Expediente Normal.

• 28/12/2019 – Expediente Normal.

• 30/12/2019 – Expediente Normal.

• 31/12/2019 – O expediente será das 08:00 às 12:00.

• 01/01/2020 – Não haverá expediente!.

A Enivix deseja um Feliz Natal, e um próspero Ano Novo para todos os nossos clientes e parceiros.

Qual é a rota certa para o futuro?

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É importante pensar no que encontraremos em nosso caminho nas próximas décadas. Isso, sem dúvida, faz parte da estratégia de negócios de pessoas e empresas, que buscam estar sempre à frente do mercado e, assim facilitar e otimizar a vida de pessoas em todo o planeta.

Principalmente nós, que trabalhamos com tecnologia, procuramos entender o que encontraremos no futuro e já nos preparamos para esse cenário. No segmento de gestão de frotas então, esse preparo é constante. A cada dia, novidades surgem no mercado e tornam a atividade ainda mais emocionante e desafiadora. A conectividade saiu, definitivamente, do papel e está ganhando força nas ruas e estradas brasileiras como nunca vimos antes.

De soluções simples até caminhões inteligentes, encontramos muita novidade no mercado, porém é importante nos atermos a uma questão. A tecnologia, seja ela de qualquer tipo, precisa vir ao encontro do que as empresas e respectivos gestores procuram: reduzir o consumo de combustível e os gastos com manutenção preventiva e peças. Além, é claro, de proporcionar mais segurança para motoristas e cargas.

Portanto, a rota traçada para o futuro deve percorrer as estradas que levam a esses objetivos. Não adianta criar soluções mirabolantes, que não atendam a esses requisitos.

No mercado de gestão de frotas, por exemplo, temos muito que crescer. Nos Estados Unidos, por exemplo, 40% dos mais de 140 milhões de veículos comerciais usam sistemas de conectividade, ou seja, telemetria embarcada para monitoramento e coleta de dados. Porém, no Brasil, de sete milhões de veículos de transporte, apenas 8% usam a tecnologia.

O lado bom dessa estatística é que o crescimento será exponencial e, em poucos anos, teremos uma cobertura muito maior e a telemetria para gestão de frotas será cada vez mais importante.

Porém, até lá, nosso papel é desenvolver tecnologia adequada ao mercado brasileiro, que é muito peculiar, principalmente em alguns segmentos como transporte público, e ajudar as empresas a serem conectadas de forma eficiente e, ao mesmo tempo, prática.

Para as próximas décadas, podemos apostar muito na telemetria associada à voz e imagem. Por meio de equipamentos embarcados, é possível alertar motoristas sobre perigos da via, o que aumenta o nível de segurança da viagem. Com câmeras internas e externas, podemos ver o que acontece durante a condução e quais eventos ou comportamentos contribuíram para um acidente ou mesmo infração de trânsito.

Big Data também se tornará primordial, pois o volume de dados coletados por meio da telemetria é enorme. Essa riqueza de dados permite identificar diversas oportunidades de melhoria nos processos. Inteligência artificial será cada vez mais presente permitindo ainda mais ação em cima dos dados e, consequentemente, redução do consumo de combustível, otimização das rotas, redução do risco de acidentes, redução da ociosidade da frota, entre outras variáveis fundamentais para quem atua em transporte e logística.

A automação irá permitir que muitas ações repetitivas e complexas sejam feitas por robôs, enquanto humanos terão posições mais estratégicas e inteligentes no processo da gestão da frota.

Ainda sobre conectividade, não podemos deixar de falar da Internet das Coisas, ou seja, sistemas que contribuem trazendo mais dados para a telemetria embarcada que conhecemos hoje. Torcemos para que a infraestrutura adequada seja implementada rapidamente no Brasil, por exemplo, o 5G, possibilitando trazer ainda mais valor nas soluções que entregamos aos clientes hoje.

A chegada dos veículos elétricos é outro fator que mudará o mercado e contribuirá com a força da tecnologia embarcada no mercado trazendo novos desafios para a gestão de frotas. Claro que até se popularizarem, eles serão restritos a nichos específicos, mas, com o tempo, farão parte do dia a dia. Creio que isso acontecerá na próxima década e, já em 2030, teremos um novo cenário no Brasil e no mundo.

Os veículos elétricos são muito mais eficientes e menos poluentes, mas requerem cuidados especiais com relação a sua autonomia e durabilidade das baterias. Esse novo desafio quer dizer que as empresas precisam planejar e monitorar com mais cuidado as suas rotas e os motoristas precisam dirigir melhor para conseguirem retirar o máximo de autonomia e eficiência dos seus veículos.

Temos certeza de que o futuro será muito promissor para a telemetria e gestão de frotas. Cada vez mais empresas estarão conectadas e buscando viagens mais seguras e eficientes. Pessoas, que são a parte mais importante de todo esse processo, terão na sua mão ferramentas poderosas para analisar as informações e as tomadas de decisões serão mais assertivas, tornando a telemetria veicular uma verdadeira parceira no dia a dia.

Fonte: https://revistamundologistica.com.br