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SUPPLY CHAIN: PANDEMIA EXIGE NOVOS MODELOS DE PROJEÇÃO DE DEMANDA

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Chegamos ao mês de maio e o surto do novo Coronavírus continua provocando forte abalo na economia global. A pandemia trouxe a paralisação das principais atividades econômicas no mundo todo, com impacto significativo nas cadeias globais de suprimentos e no comércio em geral. A crise provocada pela Covid-19 praticamente inutilizou todos os modelos de previsão de demanda, de planejamento do supply chain, de uso de mão de obra e de projeção de caixa. Muitos negócios lutam para sobreviver em um novo ambiente.
E neste novo cenário, é importante entender que o consumo teve uma mudança drástica de patamar. Estamos consumindo mais produtos in natura ou para preparar em casa, comprados em supermercados ou em hortifrútis. As medidas de isolamento social, como alternativa para contenção do vírus, restringiram as idas aos restaurantes, que passaram a atuar no formato delivery. No caso de Hotéis, Restaurantes e Cafés, houve uma queda brusca nas vendas e foi transformado em uma única entrega nos CDs dos grandes supermercados e redes de varejo.

Mudanças de hábitos de consumo

Esse novo ambiente faz parte de um quadro de mudanças forçadas nos hábitos de consumo representado no estudo feito pela HSR Researchers. Segundo o relatório, 23,4% da população brasileira já fez compras abastecedoras para estoque de produtos. Além disso, dos 76,6% que ainda não fizeram, 28% têm intenção de adotar essa medida. E para 24% dos entrevistados, o produto mais procurado para estocagem foi o álcool gel.
Estamos atravessando uma crise e, por esse motivo, não será possível fazer projeções de consumo baseado no histórico de compras. A pandemia trouxe para a realidade das empresas um conflito entre o que as pessoas precisam versus o que existia nos estoques.
Falando em estoques, outro recurso estressado com a crise do Covid-19 é a capacidade de armazenamento e as práticas de gestão de armazéns. A alta demanda de alguns produtos exige adoção do cross-docking, conceito de operação logística que acelera o fluxo de mercadorias, reduz os custos por condensar cargas e, principalmente, dispensa armazenagem.
Um dos mercados mais afetados pela falta de capacidade de armazenamento é o petroleiro. O setor finalizou o mês de março com redução de 30% no preço do barril de petróleo e estimativa é fechar o ano de 2020 com um crescimento tímido de 2,4%, de acordo com dados da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep). Houve uma redução brutal no consumo de derivados de petróleo no mundo todo e toda a produção foi transferida para os navios-tanque, que não conseguem descarregar.

Resposta do supply chain

Aplicar os modelos de projeção de demanda antigos pode resultar nos conhecidíssimos problemas de projeção: mudanças inesperadas do perfil de consumo, ainda que em pequena escala, fazem com que crie um “efeito chicote” na curva de demanda, ou seja, um excesso de pedidos, desproporcional e que leva a faltas ou sobras excessivas de produtos na cadeia de suprimentos.
É preciso ajustar os modelos e a melhor alternativa agora é fazer uso de uma ferramenta de planejamento de demanda mais flexível e que seja altamente adaptável às mudanças de comportamento. As soluções de software de gestão do supply chain oferecem vários modelos de projeção e alertam sobre mudanças de cenário de forma ágil. A equipe da cadeia de suprimentos pausa as atividades corriqueiras e começa a pensar nos cenários futuros, como identificar o posicionamento dos seus concorrentes e basilar seu modelo de demanda.
Planejamento avançado é outra solução para entender os cenários atuais e assim realizar ajustes no sistema. Ela fornece visibilidade sobre todas as limitações da sua linha produção, permitindo que você produza dentro do seu enquadramento. Além disso, a solução também oferece um mapeamento do produto mais lucrativo e se este está em falta no estoque. Ela permite às empresas ter lucro no curto prazo porque fornece o comportamento de consumo naquele exato momento.

Toda crise tem seu fim!

Em resposta ao Covid-19, as empresas estão assimilando as lições deixadas pela pandemia para desenvolver seus planos de contingenciamento – com adoção de medidas de prevenção, além de repensar seus planos de negócio para se adequarem rapidamente ao atual cenário e se prepararem para o futuro. Momentos de crise são feitos para se repensar suas estratégias, avaliar a sua jornada até o momento e buscar novas maneiras para atingir o crescimento. Esse é o momento para refletir e enxergar novas oportunidades de negócios.

Fonte: https://revistamundologistica.com.br/

Logística: serviços de entrega ganham destaque em período de quarentena

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Com as medidas de quarentena determinadas pelo governo do estado de São Paulo, só os serviços essenciais (como saúde) estão funcionando e a logística das empresas mudou. É a grande oportunidade para os ecommerces darem as caras e ajudarem a população a conseguirem produtos e serviços pela internet.

Com o mundo físico em transição, quem ainda não tinha negócios online, tem se deparado com duas opções: entrar em desespero ou migrar para alguma plataforma e transformar seu comércio em uma versão eletrônica.

Quem já tinha negócios online antes do coronavírus, está se destacando. No Mercado Livre, por exemplo, considerado o maior portal de comércio eletrônico da América Latina, a crise de saúde pública se tornou um baita negócio. A pandemia fez aumentar em 50% a busca por itens de primeira necessidade, como alimentos e itens de higiene e limpeza.

A informação é do portal Jota. De acordo com o site, bens duráveis e de maior valor, como produtos eletrônicos, tiveram queda nas vendas online. Quem revelou esses dados para o Jota foi Leandro Bassoi, vice-presidente do Mercado Envios (unidade de negócios de Logística do Mercado Livre) na América Latina.

Mas, nem tudo são boas notícias, a empresa está enfrentando dificuldades com as políticas restritivas de circulação, em cada região por onde eles precisa passar para fazer as entregas.

Bassoi disse ao Jota que a companhia fez “muitos ajustes”. Primeiro, o grupo criou há três semanas um comitê diário para falar sobre o assuno. Uma das primeiras coisas a ser feita foi ligar para os players do mercado na China e na Coreia do Sul para saber o que fizeram para resolver os problemas de logística locais.

Operacional

Quando se fala em decisões operacionais, a rotina da empresa mudou, seja para quem trabalha no centro de distribuição, seja para quem é da logística.

O que fizeram foi simples. Aumentaram o número de ônibus fretados para os funcionários, que só circulam agora com 50% de ocupação para evitar aglomeração.

Na logística, cada pessoa tem contato com, no máximo, oito pessoas durante a operação. A ideia copiada da Coreia do Sul, ajuda a traçar a rota de contato dessas pessoas durante o dia.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/

COVID-19 x Logística

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COMO CONTRIBUIR COM A SEGURANÇA DE SEUS CLIENTES NO RECEBIMENTO DE SUAS COMPRAS ONLINE?

Diante deste quadro de Pandemia mundial, tem sido comum e recorrente a recomendação de grandes players nacionais e internacionais do segmento de E-COMMERCE (AMAZON, MERCADO LIVRE, ALIBABA e muitos outros) para que os consumidores, no ato do recebimento dos seus produtos, façam a devida higienização das mãos e em alguns casos dos próprios produtos.

A ENIVIX acredita que essa é uma grande oportunidade para as empresas colaborarem com a CONTENÇÃO do Corona vírus. Assumindo uma atitude de custo irrisório  diante da grande demonstração de solidariedade e preocupação social, levando mais segurança aos seus clientes, da compra à entrega do produto.

A Solução:

A proposta da ENIVIX  é incluir um sachê de 5 ml de álcool gel 70% customizado com a marca do cliente. A ideia é colocado em cada produto expedido através de nossos armazéns no ES. Cada cliente informará a seu modo a mensagem em seus meios de comunicação.

Etapas:

A ideia é que os potenciais clientes comprem o sachê personalizado com a sua marca. A ENIVIX já fez uma pesquisa de fornecedores deste sachê e selecionou a BALAI organic friendly, pois atende todos os pré-requisitos de segurança e saúde necessários. Segundo o fabricante, esta porção de álcool gel é suficiente para higienizar as mãos 2 vezes. A ENIVIX fará toda a intermediação para a compra direta de cada cliente. As quantidades mínimas estão informadas na proposta comercial.

Entre em contato com a Enivix para verificar as formas de compras e processos de entrega.

 

 

Como a LGPD vai impactar o setor de logística

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A nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) marcará uma profunda transformação no modo como as empresas utilizam as informações de seus clientes. Mas, embora já esteja claro que a regulamentação alterará por completo a rotina de segmentos como o e-commerce, varejo, bancos, telcos, o fato é que outros mercados ainda parecem seguir longe das discussões. Por exemplo: você já imaginou como a LGPD vai impactar o setor de logística no Brasil?

Essencial para o sucesso do comércio eletrônico, o transporte de cargas e encomendas é uma das áreas que mais precisarão se adequar às demandas da nova regra. Afinal de contas, além da loja virtual de sua preferência, quem faz a entrega de seus pedidos também tem acesso a suas informações pessoais – como nome, endereço, telefone, documentos etc. Sendo assim, não é difícil entender por que as companhias do setor logístico precisam se atentar às definições da LGPD, sobretudo no que se refere à privacidade e à gestão de dados.

A nova regulamentação exigirá que todas as organizações que trabalham com dados pessoais e ou dados sensíveis busquem modelos de atuação mais seguros e inteligentes, protegendo seus clientes contra possíveis roubos ou vazamentos de dados. Por isso, mesmo que as empresas logísticas não sejam responsáveis diretas por coletar as informações dos consumidores, elas também devem trabalhar para manter suas operações em conformidade com as regras.

De forma geral, as companhias do setor logístico precisarão alterar por completo as exigências para uso, armazenamento e compartilhamento de informações dos clientes. Além disso, há uma questão a ser pensada: o que fazer com os dados dos consumidores depois de uma entrega? Qual é o destino a ser dado a essas informações? É justamente esse tipo de resposta que a LGPD exigirá e norteará a partir de agosto de 2020.

O primeiro passo na preparação para essa jornada é avançar no conhecimento sobre como a LGPD afetará a rotina das operações, planejando ações que garantirão a visibilidade e o controle de todos os ativos digitais. Para a criação desse ambiente regulamentado, será preciso analisar toda a estrutura para mapear quais dados são armazenados, os locais de armazenamento, as áreas que utilizam essas informações e quais são as verificações e controles que precisam ser criados para as necessidades específicas de cada equipe ou área de atuação.

Mas é preciso deixar claro que a nova lei não pode ser encarada apenas como mais uma exigência regulamentar ou um simples projeto de TI. É importante que os líderes vejam a LGPD como uma oportunidade de reforçar suas habilidades para o futuro digital, transformando as informações e análises de dados em uma rica e verdadeira fonte de evolução dos negócios. A adequação à legislação não é somente um projeto de tecnologia ou jurídico – mais do que isso, é uma chance de construir uma operação segura e eficiente por meio da inovação tecnológica e da visão estratégica dos negócios.

De fato, o grande impacto que a LGPD traz às empresas é a necessidade de cuidar e utilizar seus dados como um tesouro a ser protegido de forma permanente dentro das operações. Com processos cada vez mais conectados, as informações estão no centro das atividades empresariais e diretamente associadas à satisfação dos clientes – ainda mais em um ramo como o mercado logístico, que precisa entregar agilidade, segurança e confiança em seus serviços.

O que os líderes devem avaliar, portanto, é como alinhar suas rotinas às exigências da lei e, a partir dela, construir um ambiente de inteligência de dados mais robusto e preparado para potencializar os resultados de suas corporações. Pesquisas indicam que veremos, em breve, um grande salto no uso de sistemas de automação focados em Data Intelligence, Analytics e Inteligência Artificial. E essas são justamente as ferramentas tecnológicas que ajudarão a integrar novas perspectivas de negócios.

A combinação entre a tecnologia e a estratégia das empresas é o melhor caminho para simplificar a geração de insights que permitam às organizações se ajustarem ao futuro. O momento demanda inteligência e preparo, acima de tudo. O que significa dizer, portanto, que as companhias de todas as áreas devem adequar o quanto antes suas estruturas. A continuidade dos negócios dependerá diretamente dos dados e não há tempo a perder. As empresas que conseguirem transformar os desafios da nova lei em oportunidades de crescimento e de geração de valor avançarão rumo ao sucesso.

Fonte: https://ipnews.com.br

Posições porta-pallets à venda

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A Enivix informa que possui aproximadamente 2.000 posições porta-pallets à venda de um armazém do qual estamos saindo. Estão em ótimo estado e tem as seguintes características:

– Fabricante: Águia

– Montantes de 7 metros de altura, ideal para armazéns com pé-direito entre 8 e 10 metros

– Capacidade de peso: 1.200 kgs cada posição

– Preço pretendido: R$ 100 por pp

Tel.: +55 (11) 3032-1567
comercial@enivix.com.br

Aviso Final de Ano

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Segue abaixo os dias e horários de funcionamento da ENIVIX neste final de ano:

• 21/12/2019 – Não haverá expediente!

• 23/12/2019 – Expediente normal.

• 24/12/2019 – O expediente será das 08:00 às 12:00.

• 25/12/2019 – Não haverá expediente!

• 26/12/2019 – Não haverá expediente!

• 27/12/2019 – Expediente Normal.

• 28/12/2019 – Expediente Normal.

• 30/12/2019 – Expediente Normal.

• 31/12/2019 – O expediente será das 08:00 às 12:00.

• 01/01/2020 – Não haverá expediente!.

A Enivix deseja um Feliz Natal, e um próspero Ano Novo para todos os nossos clientes e parceiros.

Qual é a rota certa para o futuro?

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É importante pensar no que encontraremos em nosso caminho nas próximas décadas. Isso, sem dúvida, faz parte da estratégia de negócios de pessoas e empresas, que buscam estar sempre à frente do mercado e, assim facilitar e otimizar a vida de pessoas em todo o planeta.

Principalmente nós, que trabalhamos com tecnologia, procuramos entender o que encontraremos no futuro e já nos preparamos para esse cenário. No segmento de gestão de frotas então, esse preparo é constante. A cada dia, novidades surgem no mercado e tornam a atividade ainda mais emocionante e desafiadora. A conectividade saiu, definitivamente, do papel e está ganhando força nas ruas e estradas brasileiras como nunca vimos antes.

De soluções simples até caminhões inteligentes, encontramos muita novidade no mercado, porém é importante nos atermos a uma questão. A tecnologia, seja ela de qualquer tipo, precisa vir ao encontro do que as empresas e respectivos gestores procuram: reduzir o consumo de combustível e os gastos com manutenção preventiva e peças. Além, é claro, de proporcionar mais segurança para motoristas e cargas.

Portanto, a rota traçada para o futuro deve percorrer as estradas que levam a esses objetivos. Não adianta criar soluções mirabolantes, que não atendam a esses requisitos.

No mercado de gestão de frotas, por exemplo, temos muito que crescer. Nos Estados Unidos, por exemplo, 40% dos mais de 140 milhões de veículos comerciais usam sistemas de conectividade, ou seja, telemetria embarcada para monitoramento e coleta de dados. Porém, no Brasil, de sete milhões de veículos de transporte, apenas 8% usam a tecnologia.

O lado bom dessa estatística é que o crescimento será exponencial e, em poucos anos, teremos uma cobertura muito maior e a telemetria para gestão de frotas será cada vez mais importante.

Porém, até lá, nosso papel é desenvolver tecnologia adequada ao mercado brasileiro, que é muito peculiar, principalmente em alguns segmentos como transporte público, e ajudar as empresas a serem conectadas de forma eficiente e, ao mesmo tempo, prática.

Para as próximas décadas, podemos apostar muito na telemetria associada à voz e imagem. Por meio de equipamentos embarcados, é possível alertar motoristas sobre perigos da via, o que aumenta o nível de segurança da viagem. Com câmeras internas e externas, podemos ver o que acontece durante a condução e quais eventos ou comportamentos contribuíram para um acidente ou mesmo infração de trânsito.

Big Data também se tornará primordial, pois o volume de dados coletados por meio da telemetria é enorme. Essa riqueza de dados permite identificar diversas oportunidades de melhoria nos processos. Inteligência artificial será cada vez mais presente permitindo ainda mais ação em cima dos dados e, consequentemente, redução do consumo de combustível, otimização das rotas, redução do risco de acidentes, redução da ociosidade da frota, entre outras variáveis fundamentais para quem atua em transporte e logística.

A automação irá permitir que muitas ações repetitivas e complexas sejam feitas por robôs, enquanto humanos terão posições mais estratégicas e inteligentes no processo da gestão da frota.

Ainda sobre conectividade, não podemos deixar de falar da Internet das Coisas, ou seja, sistemas que contribuem trazendo mais dados para a telemetria embarcada que conhecemos hoje. Torcemos para que a infraestrutura adequada seja implementada rapidamente no Brasil, por exemplo, o 5G, possibilitando trazer ainda mais valor nas soluções que entregamos aos clientes hoje.

A chegada dos veículos elétricos é outro fator que mudará o mercado e contribuirá com a força da tecnologia embarcada no mercado trazendo novos desafios para a gestão de frotas. Claro que até se popularizarem, eles serão restritos a nichos específicos, mas, com o tempo, farão parte do dia a dia. Creio que isso acontecerá na próxima década e, já em 2030, teremos um novo cenário no Brasil e no mundo.

Os veículos elétricos são muito mais eficientes e menos poluentes, mas requerem cuidados especiais com relação a sua autonomia e durabilidade das baterias. Esse novo desafio quer dizer que as empresas precisam planejar e monitorar com mais cuidado as suas rotas e os motoristas precisam dirigir melhor para conseguirem retirar o máximo de autonomia e eficiência dos seus veículos.

Temos certeza de que o futuro será muito promissor para a telemetria e gestão de frotas. Cada vez mais empresas estarão conectadas e buscando viagens mais seguras e eficientes. Pessoas, que são a parte mais importante de todo esse processo, terão na sua mão ferramentas poderosas para analisar as informações e as tomadas de decisões serão mais assertivas, tornando a telemetria veicular uma verdadeira parceira no dia a dia.

Fonte: https://revistamundologistica.com.br

Você sabe o que é logística? Conheça os tipos e sua aplicação

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O que é logística?

Você já deve ter ouvido falar neste termo. O conceito de logística para o mercado atual vai muito além da elaboração de táticas empresariais. É um ramo que busca atuar de forma integrada com todos as etapas de uma determinada cadeia produtiva.

Grandes empresas e multinacionais investem uma grande parcela do seu capital na logística, pois reconhecem a importância de planejar e organizar a produção para obter o menor custo, maior distribuição e resultar na melhor margem de lucro.

Entre as diversas frentes em que atua, o profissional de logística planeja e controla etapas operacionais de armazenagem, transporte e distribuição dos produtos, tendo como objetivos:

  • otimização de entregas;

  • redução de custos de produção;

  • repensando a compra de matérias primas;

  • gerindo estoque e as condições de armazenamento;

  • repensando a logística empresarial como um todo etc.

 

Percebe-se que se trata de um setor com uma pluralidade de possibilidades de atuação, sendo todas elas integradas dentro de uma mesma cadeia produtiva. Ainda assim, faz-se atualmente a distinção entre os quatro principais tipos de logística.

Quais são os tipos de logística

Dentro do que definimos como logística, existem quatro tipos bem delineados no mercado:

  • Logística de Abastecimento

A logística de abastecimento está diretamente preocupada com a gerência de materiais necessários para a cadeia produtiva de uma determinada empresa ou indústria. Quando pensamos no termo “abastecimento”, já somos transportados em nosso pensamento ao controle do estoque.

O profissional que atua nesta etapa deve manter um controle detalhado do estoque de matéria prima de modo que não haja excesso ou falta em momento algum.

Perceba que em ambos os casos, é bem provável que sua ocorrência gere um prejuízo para o negócio. Quando há excesso de estoque, ele pode perecer e se tornar inútil, principalmente na indústria alimentícia. Por outro lado, a falta pode retardar ou até mesmo interromper a produção até que se normalize o estoque.

Outro aspecto que está sob a gestão deste profissional é o acondicionamento desta matéria prima. Ele deve assegurar a existência de local e condições apropriadas para garantir a integridade dos bens sob sua guarda.

Todos esses fatores podem impactar no custo da produção. Por isso, o profissional deve estar sempre buscando formas de assegurar a menor onerosidade ao consumidor final.

  • Logística de Distribuição

Ao contrário do abastecimento, a parte de distribuição cuida da entrega dos produtos. Normalmente seu foco está nos centros de distribuição das grandes empresas, onde o profissional de distribuição tem como sua principal tarefa cuidar do planejamento das encomendas e das vendas.

Sua interface com os trabalhadores do abastecimento é quase que rotineira e ele também deve estar sempre monitorando o estoque de produtos para garantir que as entregas sejam sempre atendidas no prazo e que os produtos estejam conforme o padrão da companhia e requisitos dos clientes.

Tarefas diárias como a conferência de vendas, planejamento de rotas de entrega e controle de saída de produtos são a rotina deste profissional.

  • Logística de Produção

A fase de produção requer um alto nível de planejamento para otimizar o emprego de matérias primas na linha de montagem. O controle dessa cadeia produtiva fica a cargo do profissional de logística que vai pensar em estratégias para reduzir o tempo de produção e controlar o fluxo de materiais e empregados.

Como sabemos, a produção não é sempre constante em todos os meses do ano, ela deve acompanhar a demanda do mercado. Por tal motivo, ela não pode ser feita mecanicamente, sem considerar os fatores de oscilação, evitando prejuízos e sempre pensando na produção a curto, médio e longo prazo.

  • Logística Reversa

Por fim, a logística reversa é aquela cujo enfoque está em pensar sobre novas estratégias de saída de mercados e reversão de materiais. Sua atuação está voltada para a avaliação das sobras da produção, inclusive resíduos da venda, procurando formas de promover sua reintegração.

Tal setor atua pensando em formas de coletar e controlar embalagens e seu descarte, tentando reutilizá-los, quando possível, na cadeira produtiva. Um exemplo são as empresas que oferecem desconto ao consumidor que retorna embalagens vazias, seja para a reciclagem apropriada ou para sua reutilização.

Perceba como a atuação destes profissionais está em perfeita sintonia com as ideias de sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Por tal motivo, trata-se de um setor que tem recebido um investimento grande para promoção de ações inovadoras.

A importância da logística

Ao pensar nas etapas produtivas dos diversos bens comercializados atualmente, fica claro que são momentos isolados, mas que devem atuar em sintonia e harmonia para evitar prejuízos no médio ou longo prazo.

Em geral, os profissionais de logística são pessoas com uma formação ou especialização nas áreas de Administração de Empresas, Engenharia de Produção e até mesmo nos cursos de logística e comércio exterior. Trata-se de uma das carreiras em alta no Brasil e que vale considerar se você tem interesse no assunto.

SEST e SENAT realizam grande ação nacional pela segurança nas rodovias

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O SEST e o SENAT realizaram nos dias 25 e 29 de novembro, uma grande mobilização nacional para levar informações e orientações aos transportadores sobre os cuidados necessários para garantir mais segurança durante as viagens. Com o tema “Rode Seguro nas estradas”, as equipes das unidades operacionais de todo o país estiveram em mais de 250 pontos estratégicos com grande concentração de caminhoneiros, como empresas, terminais de cargas, postos de abastecimento e de fiscalização para realizar a Campanha Nacional de Redução de Acidentes e Roubo de Cargas. A mobilização contou com o apoio do Ministério da Infraestrutura e de diferentes entidades do setor de transporte de cargas.

“Trabalhar com segurança é fundamental para garantir qualidade no serviço oferecido. Infelizmente, no Brasil, os índices de acidentes são muito elevados e convivemos com o risco do roubo de cargas nas rodovias. Queremos e alertar conscientizar e a necessidade de atuar para mudar esse cenário”, destaca Vander Costa, presidente da CNT e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT.

O objetivo da ação foi chamar a atenção para a importância de um trânsito mais consciente, com base em cinco pontos principais: a escolha de rotas mais seguras, a fim de preservar a integridade do motorista; a revisão do veículo; o cuidado em não ultrapassar o limite de velocidade da via; ter uma noite de sono de qualidade; e não usar drogas.

Durante as ações, o SEST SENAT ainda oferecereu orientações nas áreas de odontologia, fisioterapia, nutrição e psicologia. Em alguns locais, também foram disponibilizadas vacinas para os transportadores. As vans do Programa CNT SEST SENAT de Prevenção de Acidentes e os veículos do Despoluir – Programa Ambiental do Transporte também estiveram presentes nas ações.

Os números da insegurança – Não é novidade que trafegar pelas rodovias brasileiras é conviver com a insegurança, seja pelo número elevado de acidentes ou pelos roubos de cargas que causam prejuízos bilionários. são bastante preocupantes: a cada dia, 14 pessoas perdem as vidas nas rodovias federais brasileiras, segundo dados do Painel de Acidentes da CNT. Somado a esse prejuízo irreparável, estão os roubos a veículos de cargas, que em 2018 chegaram a mais de 22 mil registros no país e também colocam em risco a vida de muitos motoristas profissionais, de acordo com balanço divulgado pela NTC&Logística.

Abralog debate mudanças na logística farmacêutica com casa cheia todo o dia

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O setor de logística farmacêutica passa por momento de grande expectativa em função do marco regulatório definido pela Anvisa, com a edição das resoluções RDC 301 e RDC 304. Isso vai agitar nos próximos meses o ambiente nas empresas da área, pois ainda há muitas dúvidas, como ficou claro no Fórum de um dia que o Comitê de Logística Farmacêutica da Abralog realizou em São Paulo, neste 1º de novembro de 2019.

“Acredito que o tema fará com que outros eventos como este sejam necessários”, previu, ao instalar o encontro, o presidente da Abralog, Pedro Francisco Moreira (foto). Depois, ao seu final, destacou: “As exigências (contidas nas resoluções) estão alinhadas com as normativas mundiais, e têm como principal objetivo assegurar a segurança e eficácia dos medicamentos no Brasil”, afirmou.

Segundo Moreira, o Fórum criou “conteúdo rico, gerado por especialistas de grande qualidade, empresas e público qualificados”. Para o presidente da Associação Brasileira de Logística, “as implicações que o marco regulatório terá na cadeia de suprimento de medicamentos, foram muito bem abordadas – desafios, soluções e também as oportunidades”.

Foi também o que previram, no início da sessão, Liana Montemor, do Grupo Polar, e Leila Almeida, da Andreani Logística (foto), que lideram o Comitê de Logística da Abralog, no momento de explicar as atividades do núcleo, como a realização daquele Fórum, além de ações que buscam “boas práticas” para dar maior consistência ao setor e seus profissionais.

Bom para o Brasil – Essa mudança de patamar da qual falaram Liana Montemor e Leila Almeida, também teve destaque na palestra de Jair Calixto, Diretor de Assuntos Técnicos e Inovação do Sindusfarma, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo.

Para Jair Calixto, o novo marco regulatório traz grandes benefícios: faz bem ao Brasil em termos de negócios, e também é favorável ao paciente, por conferir maior segurança aos medicamentos e aumentar o seu nível de qualidade.

Ele alertou sobre as dificuldades traçadas neste novo caminho: “Exigirá (o novo marco) um reaprendizado sobre as boas práticas de fabricação para alguns processos, e algum investimento por parte das empresas, que precisarão de tempo para se reorganizar”, resumiu

Calixto, em sua palestra (foto), comentou também os benefícios de o Brasil ter aderido ao PICs, sigla Pharmaceutical Inspection Convention and Pharmaceutical Inspection Co-operation Scheme.

O reaprender boas práticas mencionado pelo executivo do Sindusfarma, assim como sua visão de benefícios que as resoluções 301 e 304 vão trazer, foram assunto do Painel que abordou as expectativas da indústria farmacêutica diante no novo marco.

O debate reuniu Carlos Roque, Coordenador de Logística da Boehringer Ingelheim do Brasil; Thiago Marques, Business Quality Coordinator da Janssen Brazil, e Andre Jochen, Diretor da Associacão Brasileira de  Produtores de Soluções Parenterais, e também Diretor de Assuntos Regulatórios e Qualidade do laboratório Fresenius Kabi. Na foto, da esquerda para a direita: André Jochen, Carlos Roque e Thiago Marques.

 

Papel relevante da qualidade – Um dos pontos de destaque desse Painel, que foi moderado por Clayton Mangini (foto), professor do Instituto Racine e um dos mais ativos integrantes do Comitê de Logística Farmacêutica da Abralog, foi sintetizado por Carlos Roque: o momento é muito bom; toda mudança vem com o problema do prazo incluído nela, e a área da qualidade, a partir de agora, vai acompanhar diariamente a rotina logística do segmento.

“Haverá maior segurança do produto em todos os elos da cadeia, e um grande ganho será a conectividade com a área de qualidade, que vai ser fortemente envolvida”, garantiu Carlos Roque.

O prazo para que partes relevantes das decisões da Anvisa sejam dominadas e seguidas, foram preocupações lembradas na palestra “Impactos e Soluções para o Transporte de Medicamentos”, de Liana Montemor (foto), uma das líderes do Comitê de Logística Farmacêutica da Abralog, e Gerente de Desenvolvimento Estratégico em Cold Chain do Grupo Polar (foto).

Mapeamento térmico é essencial – Segundo ela, há muitas dúvidas e os próximos passos vão começar por aí. “As perguntas já existem. Faltam respostas e é isso que vai ser buscado ao longo dos próximos meses, já que as resoluções preveem prazos para serem seguidas”.

O prazo ao qual Liana se referia é o seguinte: a nova legislação entra em vigor em março de 2020, e a partir daí, as questões relativas à parte vital do novo marco, isto é, os controles de temperatura e umidade necessários à manutenção da integridades dos produtos farmacêuticos, têm estabelecido o prazo de mais 12 meses para estarem de acordo com o que determina a nova legislação.

Liana Montemor disse que as mudanças no transporte de medicamentos serão relevantes, “principalmente para empresas que possuem sua faixa de registro entre 15 e 30°C”. A Gerente de Desenvolvimento Estratégico em Cold Chain do Grupo Polar abordou ainda requisitos importantes da legislação, como a manutenção de temperatura controlada nas cargas, e explicou como reduzir custos ao realizar tomadas de decisão com base no conhecimento de suas rotas.

Ou seja: fazer o mapeamento térmico é vital, pois as medidas da Anvisa devem ser aplicadas conforme as características exigidas pelos produtos em transporte, e também em função das características de temperatura das rotas em que estarão as cargas.

A Infraestrutura do frio – A crucial questão da temperatura pôde ser acompanhada na palestra da farmacêutica Katia Silva (foto), coordenadora de Qualidade da Andreani Logística, operador logístico argentino com 70 anos de história e trajetória de 17 anos no Brasil, onde é reconhecido como prestador de serviços especializado em armazenagem, gestão de estoque e transporte de produtos de saúde humana e veterinária.

Para ter ideia da importância do controle de temperatura, Katia Silva mostrou a infraestrutura da Andreani Logística: são 3 armazéns climatizados (SP, RJ e GO), 1 armazém com temperatura ambiente, 32.000m² de temperatura controlada (15°C à 25°C), 1.100 posições de paletes em câmara fria (2°C à 8°C) e 45 m3 de Câmara Congelada (-20°C à -25°C).

Com grande experiência em qualificação de equipamentos, armazéns, cadeia fria e maturação de gelo, Katia fez palestra diferente, pois em grande parte dela o público participou com perguntas, e isso ditou o ritmo da apresentação.

Integridade de Dados não é novidade – Leandro Rufino (foto), Coordenador de Garantia de Qualidade e Supply Chain da Sanofi, apresentou a palestra “Integridade de Dados aplicada à Logistica com foco na RDC 301 e 304”. De início ele perguntou: o que muda na Integridade dos Dados com as resoluções 301 e 304?. Sua resposta: “Nada”, pois o que a legislação prevê já é foco da especialidade, como qualificação e validação de sistemas informatizados, ou técnicas de gerenciamento de risco.

O que fez, então, foi identificar 5 equívocos sobre Integridade de Dados que não devem ser cometidos: “Acreditar que problemas de Integridade de Dados são limitados a falsificação ou fraude; Acreditar que se pode confiar que os colaboradores seguem as políticas e procedimentos; Acreditar que as falhas de Integridade de Dados não são prováveis que aconteçam na sua empresa; Acreditar que o erro do colaborador, quando detectado, é a causa raiz da falha em Integridade de Dados e a solução é retreinar o colaborador; e Acreditar que as recentes atividades em Integridades de Dados e exigências em integridade de dados são algo novo”.

Logística reversa – Renata Curatolo (foto), farmacêutica da Emba EPS, fez apresentação em que discutiu os efeitos das resoluções 301 e 304 da Anvisa na Logística Reversa. Segundo explicou, a partir de agora, para um medicamento devolvido ser reintegrado ao estoque de comercialização, os seguintes fatores devem ser levados em conta pelo sistema de gestão de qualidade da empresa: o motivo da devolução; as condições de armazenagem e transporte empregadas pelo comprador; a integridade da embalagem secundária original, além do prazo de validade.

Ou seja: se não for possível garantir que o medicamento devolvido se mantém dentro dos padrões originais de qualidade, ele deve ser rejeitado. Por outro lado, a norma prevê que devem ser sumariamente eliminados os medicamentos que tenham sido objetos de furto, roubo ou outras apropriações indébitas.

Transporte vai precisar de suporte – Davilson Almeida (foto), da NTC & Logística, apresentou o tema “Custos de Transporte”. O executivo lembrou que os produtos farmacêuticos têm seu preço controlado e que a nova regulamentação vai resultar em investimentos. Sendo assim, quem vai pagar a conta? Segundo Davilson Almeida, “o setor de transporte vai precisar de suporte da indústria farmacêutica para atender e entender aos requisitos, principalmente os de temperatura”, disse.

Sucesso de patrocínio, público e organização – A adesão de patrocinadores foi muito forte, assim como a do público – as inscrições tiveram de ser encerradas no limite das vagas. Os patrocínios foram os seguintes: Spot See, Diamante; Emba EPS, Grupo Polar e TFA Cargo, Ouro; e Andreani Logística, Prata. Apoio institucional foi do Instituto Racine, que distribuiu 10 bolsas de estudo.

Durante todo o dia, ao longo de seis palestras e um painel de debates, o auditório esteve lotado.

Houve oportunidade para contatos e troca de informações durante as paradas para café e no horário do almoço.

O evento, um grande sucesso, foi preparado durante alguns meses pelo Comitê de Logística Farmacêutica, uma parte dele na foto ao lado – Liane Montemor, Victor Chainça, Leila Almeida, Clayton Mangini, Tatiane Garcia, Renata Formoso e Renata Curatolo.

 

Fonte: https://www.abralog.com.br/